sexta-feira, 22 de maio de 2015

Vídeos

Os Capial (Brasil)
Mais um clipe d’Os Capial, banda de Grindcore que tem dado o que falar no último mês. Dessa vez a banda gravou um cover hilário para a faixa Aquela Rua, do Horríssono. Vale lembrar que o duo está divulgando seu primeiro disco “Nossa Grindroça Querida”.
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Dying Humanity (Alemanha)
Excelente banda que incorpora certa melodia em seu Death Metal. Essa faixa foi retirada de seu vindouro álbum, “Deadened”, a ser lançado no dia 12 de junho.
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Cave of Swimmers (EUA)
Mais um duo na area, só que desta vez investindo em um som mais trabalhado e que mescla estilos. O Cave of Swimmers acabou de lançar seu segundo disco “Reflection”.
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Witch Of The Waste (Canadá)
Essa faixa foi retirada do EP "Made of Teeth" (2015) que mostra o poderio do Witch of the Waste em pouco mais de um minuto e meio.
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Engraved Disillusion (Reino Unido)
Parece que a melodia resolveu incorporar o Metal extreme europeu de vez, pois é isso que também se nota neste som do Engraved Disillusion, banda que divulga seu segundo trabalho “The Eternal Rest” (2014).
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Entrevista: Machinergy



Com a ousadia e criatividade típica dos portugueses, a banda Machinergy, oriunda de Arruda dos Vinhos, divulga o seu segundo álbum “Sounds Evolution” (2014). Conversamos com o guitarrista e vocalista Rui Vieira que ao lado de Nuno Mariano (baixo) e Helder Rodrigues (bateria), falou sobre a produção do álbum novo, sua divulgação, além dos outros lançamentos, perspectivas da banda, cena brasileira e muito mais.

Qual a principal diferença entre “Sounds Evolution” e o primeiro álbum “Rhythmotion” (2010)?
Rui Vieira: Acho que a grande diferença está nas músicas mais diretas e mais rápidas. No "Rhythmotion", a composição foi mais experimental e há poucas músicas rápidas, o mid-tempo predomina. Na verdade, "Rhythmotion" recebeu bastante elogios pela sua característica mais experimental. Em "Sounds Evolution", fomos beber à nossa raiz mais Thrash e aceleramos a máquina. Mantivemos alguns traços do primeiro álbum, mas é um disco diferente, também na sua composição. Pessoalmente, sinto que foi um passo em frente no que diz respeito à forma como abordamos os temas e como montamos o álbum. É certeza que o terceiro álbum será diferente de "Sounds Evolution" pois o Machinergy não é banda de repetir fórmulas.

E o processo de composição do novo trabalho, foi influenciado de alguma forma pelo álbum anterior?
Rui: Quisemos seguir um rumo diferente do que já tínhamos produzido em "Rhythmotion". Daí podemos dizer que teve influência no sentido de não querer fazer algo igual. Importante foi a rodagem na estrada, que entretanto ganhamos com variados shows por todo o Portugal. Nós (eu e o Helder) não tocávamos juntos há muito tempo e só após o lançamento de "Rhythmotion" começamos a tocar de novo. O "vivo" nos deu uma outra necessidade, a de criar temas mais ativos, mais frenéticos. Adicionamos ao nosso set algumas músicas que estão no "Sounds..." (já compostas naquela altura) e verificamos que a reação da galera e a forma como nos sentíamos a tocar essas faixas novas era muito boa. Constatamos que a direção dos temas novos estava a funcionar e seria assim que o novo álbum seria composto.

Aliás, “Sounds Evolution” foi totalmente produzido por vocês mesmos. Por que optaram por trabalhar dessa forma?
Rui: Nós produzimos nossa música porque criamos um espaço que nos permite experimentar tudo o que envolve a gravação de um disco. Isso é muito bom, pois tens tempo para repetir o que for necessário, melhorar aqui e acolá sem o stress de estúdio a pagar. Também fica mais fácil chegar onde queres, o efeito que pretendes, etc. Por vezes é difícil descrever algumas coisas a um produtor. Por outro lado, estarmos confinados a nós próprios também tem um lado menos positivo, se assim o podemos chamar, e que é o não ter uma "voz" exterior que te retire da tua zona de conforto, que te confronte com outras ideias e até ponha em causa algumas coisas que estás fazendo. No próximo disco vamos ver como será o processo, se continuamos com as rédeas de todo o processo ou se passamos a liderança a terceiros. Logo veremos.

A sonoridade do álbum mescla bem o Thrash com o Death Metal, como vocês definiriam a música do Machinergy?
Rui: Fica complicado definir nosso som. Isto porque sentimos que ele não só mescla Death com Thrash, mas também outras vertentes como, por exemplo, riffs mais técnico-industriais ou algo mais solto a roçar a costela Punk/Crust. Mas a minha vocalização gutural e a forma como atacamos nossa música, por vezes deixa a nossa sonoridade ali numa fronteira tênue entre o Thrash e o Death Metal. Não querendo parecer clichê, o que fazemos é Metal (com letra maiúscula), pois como já referi, não queremos fazer discos iguais e eles tanto podem ter diretamente a ver com Thrash (como foi "Sounds Evolution"), mais experimentais ("Rhythmotion"), ou podem ser outra coisa qualquer que não sabemos agora. Uma coisa é certa, pesado, dinâmico e enérgico será sempre! Olha, acabei de criar a definição para a música do Machinergy: HDE Metal! Heavy - Dinamic - Energic Metal! Parece-me bem...

Inclusive, acredito que vocês soam até mais Death Metal, mesmo se considerando uma banda de Thrash Metal.
Rui: Eu sempre digo que nossa raiz é o Thrash dos finais dos anos 80, início de 90, pois foi esse estilo que nos fez formar nossa primeira banda. É mais uma referência, pois gostamos de toda a música, desde que mexa conosco. Mas é a tal linha tênue que separa o Thrash do Death e aí podem entrar exemplos como o Death (banda), inicialmente Death Metal mas com muito de Thrash também, principalmente nos riffs. "Spiritual Healing" é um álbum que mistura bem esses dois mundos, ainda sem os ‘progressismos’ em que a banda embarcou depois. Lá está, se colocarmos outra voz nesse disco, se calhar já não é tão Death assim. Nossa costela Death, bem que podemos identificar com bandas como Death, Obituary ou "early" Sepultura (até ao "Beneath..."). O "Schizo..." e o "Beneath..." são um bocado assim também, não se consegue definir bem se é Death ou Thrash. Também adoramos algumas coisas de Fear Factory que, se virmos bem, em última instância, é Death Metal. Mas com novos inputs.

O dinamismo de “Sounds Evolution” é uma das principais características do álbum. Esse é um fator intencional ou fluiu naturalmente?
Rui: Penso que tenha fluído, mas também nos mentalizamos desde o início e já com a experiência de gravações anteriores e com estrada, em construir algo assim, mais coerente do início ao fim, sempre com grande força, energia e dinamismo. Portanto, acho que podemos considerar que foi um fator intencional. Gostamos do primeiro álbum, mas apesar da sua diversidade e até alguma singularidade, achamos que o novo disco deveria ser mais "movimentado", um bocado virado para o "vivo" também. Tentamos simplificar e criar música mais direta e reproduzível ao vivo. Tivemos mais cuidado na forma como o montamos, por isso acho que flui muito bem do início ao fim.



A banda opta por mesclar letras e nomes das músicas entre o português e o inglês. Por que isso?
Rui: Acho que foi algo mesmo muito natural ao início e agora já é uma "marca" nossa, se assim o podemos chamar. Para além de letras em inglês e português e, por vezes, as duas juntas na mesma música, também trabalhamos os títulos dos temas e até jogamos com a forma como determinada palavra deva soar. Paraphernalia está escrita em inglês mas eu canto eu português. Enfim, já é um processo natural e que iremos manter. Adoramos criar novas palavras, muitas vezes com duplo sentido. Rhythmotion, Innergy, Beautifall ou Venomith são alguns exemplos. Gosto de ir ao Google e verificar que a palavra “venomith” não existe! É uma das coisas em que trabalhamos bastante, este "crossover" linguístico, que poderá não ficar por aqui. Em termos musicais, gostávamos de conseguir algo assim também, exótico, diferente, algo que seja logo reconhecido como sendo Machinergy. É para isso que trabalhamos todos os dias. Haveremos de lá chegar.

Vocês soltaram o álbum inteiro em vídeo com vocês tocando no Youtube. Como surgiu a ideia disso e como foi trabalhar nesta produção?
Rui: A ideia foi apresentar algo diferente. As bandas costumam apresentar lyric videos ou o álbum em streaming com umas imagens ou mesmo só por áudio. Nós pensamos o contrário. Porque não apresentar tudo como se fosse um show privado? Assim, a galera pode ouvir e ver os caras ao mesmo tempo. Nós temos facilidade no campo do vídeo, pois o Helder Rodrigues (baterista) é profissional na área. Portanto, fica fácil fazer este tipo de suporte. Pode parecer algo elaborado, mas foi muito fácil. É claro que tocamos o disco várias vezes, mas não exigiu nenhuma produção por aí além, foi gravado no nosso estúdio. Os clipes individuais são outro caso. Fica mais complicado, requer mais trabalho e imaginação, mas o Helder gosta disso e se entrega a esse processo de alma e coração. Ele é o cara por detrás de todas essas produções.

Nota-se nas composições algo de nomes brasileiros como Sarcófago, Sextrash e Sepultura das antigas. Vocês gostam do Metal do Brasil?
Rui: Claro que gostamos, ouvimos muito Metal do Brasil, inclusive, temos tido bastante ligação com bandas brasileiras, quer ao vivo, quer discograficamente. O nosso EP "Rhythm Between Sounds" (2012) foi lançado com o Prellude e o Retaliatory, duas bandas brasileiras, diferentes, mas com excelente música. Já acompanhamos o Uganga em três datas quando passaram por Portugal com a sua tour Eurocaos e tocamos recentemente com o Encéfalo. Quantos aos nomes mencionados, claro que o old Sepultura é o que é, nada mais há a dizer. Em relação ao Sarcófago, sinceramente, não sou conhecedor de fundo, nem do Sextrash, mas gosto das bandas, claro. Ratos de Porão me influenciou bastante (em outros projetos mais Punk/Crossover onde toco), adoro The Mist, Flageladör e Overdose. O documentário "Ruído das Minas" é muito bom! Tem um feeling bem underground e mostra a todo o mundo a riqueza que foi BH e o boom do Metal brasileiro. As bandas que referi também soam do caralho, Retaliatory é foda grossa, Prellude tem aquela "vibe" Maiden e Uganga faz um crossover muito inteligente.

“Sounds Evolution” foi lançado de forma independente. Aqui no Brasil as bandas sofrem muito para conseguir lançar um material através de uma gravadora ou selo. Aí seria a mesma coisa?
Rui: É a mesma coisa. A meu ver, a questão de arranjar um selo, hoje em dia é ainda mais difícil. Antes existiam poucas bandas e com estilos próprios que conseguiam contrato com gravadoras, mas atualmente existe tanta oferta, tanta repetição, que fica tramado arranjar alguém que acredite em si, no seu projeto e queira alinhar num lançamento pois isso significa largar grana. A competição é enorme e por vezes até se esquece a música no meio disto tudo. É ingrato uma banda investir tantos anos num disco e quando o lança, após um ano, o disco já é "velho" na cabeça das pessoas, nas mídias e no mercado. A enxurrada de discos é de tal ordem que isto tudo mais parece um MacRecords! Mas nós não podemos ter razão de queixa, neste momento. O Fernando Roberto (Metal Soldiers e NBQRecords), amigo de grandes bandas aí no Brasil e que tem editado muitas delas aqui na Europa, é o nosso atual parceiro e tem ajudado muito o Machinergy, seja com a edição e distribuição do EP "Rhythm Between Sounds" ou agora com o "Sounds..." aí no Brasil. Nós conhecemos o Fernando desde a tour com o Uganga em Portugal, que ele ajudou a organizar. Desde aí que temos colaborado muito estritamente e esperamos que a aliança continue pois está funcionando.

E como está a repercussão de “Sounds Evolution” até então? Vocês chegaram a ter ‘feedback’ aqui do Brasil?
Rui: O feedback ao disco, no geral, tem sido positivo. As críticas têm variado, há muito boas, há algumas piores, enfim, como dizemos por cá, "quem anda à chuva, molha-se". Investimos bastante na divulgação deste disco e, considerando que somos uma banda independente, penso que o resultado final é muito positivo, não só pelas reviews, mas pelo alcance que a nossa música já conseguiu. Tentamos difundir o disco da Malásia à Indonésia, da Argentina ao Canadá. É claro que somos uma gota num oceano muito vasto, mas não interessa. O que interessa é continuar na luta e divulgar, pois achamos que nossa música merece ser ouvida e é capaz de existir um espacinho para nós. Em cerca de 400 a 500 envios digitais para audição do álbum, obter perto de 50 reviews, várias entrevistas e convites para concertos, julgo ser muito bom. No Brasil já tivemos uma entrevista em direta com Gleison Junior no programa "Roadie Metal", uma review do blog "Road To Metal", uma review do teu blog "Arte Metal" e consequente artigo no "Whiplash!" e, possivelmente, haverá outras que não chegaremos a ter conhecimento. Isto para além do nosso álbum e EP serem distribuídos no Brasil pela Metal Soldiers e Metal Underground Records.

Este espaço é para deixarem uma mensagem aos brasileiros e leitores do blog.

Rui: Caro Vitor, queremos te agradecer a oportunidade desta entrevista e desejar continuação de excelente trabalho nas tuas várias plataformas. Para a galera, descubram Machinergy, o vosso tempo será bem empregado, pois acabamos por ter uma ligação natural ao Brasil, seja pela língua, seja pela influência de muita música boa que vem daí. Vamos tentar chegar a terras de Vera Cruz ainda mais no futuro, quem sabe com uma digressão. Queremos agradecer a todos que nos apoiam e que têm nosso CD, camiseta ou já ouviram o MXN pela net. Vão checando nosso facebook (www.facebook.com/machinergy) ou site oficial (www.machinergy.com) para nos conhecer e estar a par das novidades, e há sempre muitas! Um abraço para todos os irmãos do Brasil!

Decayed – “Into the Depths of Hell” – 2015 – Hellprod (Importado)

O Decayed é um dos principais nomes do Black Metal português. Há 25 anos na ativa, a banda chega ao seu décimo full-lenght, porém já lançaram dezenas de trabalhos nos mais diversos formatos, totalizando a incrível marca de cerca de 55 lançamentos!

O grupo sempre manteve suas características que transitam pelo Black Metal enraizado com leves toques de Thrash Metal. Em “Into the Depths of Hell” (disco limitado em 500 cópias físicas) o caso não é diferente, pois aqui encontramos a simplicidade unida à extremidade.

As guitarras despejam riffs simples, mas que caracterizam o Black Metal da banda e dispensam o excesso de solos. A cozinha não fica atrás e, apesar de variar no andamento, mantém sua linha sem muitas invencionices. Os vocais de Vulturius são os rasgados típicos do estilo, mas com aquela pronuncia meio que ‘embriagada’. Ainda há ótimas linhas de teclados ao fundo que, sem excesso e bem escondidas, dão um clima obscuro extra às músicas.

Apesar de possuir um contexto homogêneo, a variação rítmica é um dos grandes trunfos dos portugueses e sem dúvidas faixas como The Realm of Nis, Winged Beasts, Of Anath and Mot, Omens of Doom e From Hell They Rise são verdadeiras obras primas do Metal negro. Enfim, “Into the Depths of Hell” pode não ser um clássico absoluto, mas é algo que mantém o estilo forte.


8,0

Vitor Franceschini


Arte News

KRISIUN e CONFRONTO: show em Campinas cancelado
Por motivos de força maior, está cancelada a apresentação das bandas Krisiun e Confronto, em Campinas. O show seria realizado neste sábado (23/05), na Orion Club. A organização do evento é de total responsabilidade da produtora local, Headbangers.

Os fãs que já haviam garantido presença no evento devem se dirigir ao ponto de venda onde adquiriu o ingresso para ter o valor ressarcido ou entrar em contato diretamente com a produção por meio dos telefones (19) 996.839.179, (19) 988.919.580, (19) 983.881.429 ou pelo e-mail caravanadorock10@gmail.com. Quem comprou a entrada pela internet, deve entrar em contato diretamente com a Ticket Brasil.

A Agência Sob Controle, responsável pelo agenciamento do Krisiun e do Confronto, lamenta o ocorrido, ausenta-se de qualquer dolo e espera marcar uma nova data na região em breve.



EDU FALASCHI: Alirio Netto e Rafael Bittencourt confirmados no tributo

A MS Metal Records confirmou dois novos artistas, para o CD tributo aos 25 de carreira do vocalista Edu Falaschi, que irá conter releituras das suas principais composições das bandas Angra, Almah, Symbols e Mitrium.

O vocalista Alirio Netto junta-se a um dos principais compositores do Metal brasileiro, e ex-companheiro de Edu no Angra, Rafael Bittencourt. “Eu e o Rafa estamos trabalhando no meu primeiro álbum solo, quando recebemos o convite da MS Metal Records para participarmos desta homenagem ao Edu”, declara Alirio. “O Edu é um grande amigo, e ele também foi companheiro de banda do Rafa por muitos anos, então, obviamente aceitamos na hora”, acrescenta ele. “Escolhemos uma das músicas mais melodiosas da carreira dele, e acredito que os fãs vão curtir bastante a nossa versão”, finaliza.

O referido material é um projeto da MS Metal Agency Brasil, e será lançado no segundo semestre do ano vigente, nos formatos físico (Brasil, Japão e Europa) e digital, e contará com muitos dos principais artistas do Metal brasileiro, além de bandas emergentes deste mesmo cenário.

O produto será disponibilizado em CD duplo, envolto em um luxuoso digipack e slipcase adicional, com direções visual e artística conduzidas pelo designer Carlos Fides e pelo produtor Tito Falaschi, respectivamente.

A MS Metal Agency Brasil está finalizando o processo de seleção para o material, e em breve disponibilizará, periodicamente, todos os artistas participantes.

Para mais informações, basta enviar um e-mail para 
gravadora@msmetalagencybrasil.com.

Em paralelo, Edu encontra-se em estúdio com seus parceiros da banda Almah, trabalhando nas composições do próximo álbum, com lançamento previsto para final de 2015.

Para contratar os shows de EDU FALASCHI e Almah entre em contato com: 
contato@artentretenimento.com.

Para mais informações sobre as atividades do vocalista EDU FALASCHI e dos demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do 
e-mail:contato@msmetalagencybrasil.com.

Links Relacionados:
http://msmetalagencybrasil.com/ptbr/artista-edu-falaschi  



MS METAL RECORDS: nono lançamento da empresa + infos

A MS Metal Records confirmou o lançamento do primeiro registro da carreira da banda MINDCRAFTER, intitulado “Signs Revealed”, nos formatos físico e digital, no dia 27 de abril.

Trazendo consigo um Prog Metal com muita complexidade em suas estruturas, “Signs Revealed” o nono lançamento da empresa no ano de 2015.

Para adquirir a versão física do supracitado trabalho, basta enviar um e-mail para 
contato@msmetalpress.com.

Grupos com lançamentos programados para 2015:

MS Metal Records – 7th Symphony, Apoteom, Asthon Bridge, Conclave, Darksmile, Drace XII, Ergus, Frade Negro, Frost Valley, Iluminato, Heaviest, Frade Negro, Mad Roulette, Motosserra Truck Clube, Morpheus’ Dreams, Mr. Ego, Tchandala, BrightStorm, Opus V, OutMask, Plague of the Apocalypse, Power Cross, Silver Mammoth, Supersonic Brewer, Tropa de Shock, Vakan e Warfield.

Eternal Hatred Records – Aneurose, Arcana Mea, Behavior, Cromathia, Dreim Deimor, Empty Grace, Hollow, Lusferus, Scrok, Soturnus, Torqverem, Vociferatus, Imperial Flame, Pagan Throne, Ódio ao Extremo e Rotten Filthy

Alternative Music Records – Desbrava, Aphroditte, Tequila Honey e Sunroad.

É importante salientar que a MS METAL RECORDS está disponível apenas para os clientes da MS Metal Press. Nesse sentido, visamos priorizar os clientes que confiaram seus projetos musicais aos cuidados da MS Metal Press, mantendo também a característica que justifica a criação do selo: o de servir como mais um serviço da empresa.

A distribuição no Brasil de todos os produtos da MS METAL RECORDS é realizada pela Voice Music de São Paulo e, para o ano de 2015, serão anunciados novos distribuidores nos Estados Unidos e Europa.

Em paralelo, a MS Metal Agency confirmou o lançamento de uma quarta coletânea na Europa, nos formatos físico e digital, para o próximo mês de julho. Desta feita, o produto será composto por clientes que ainda não tiveram seus trabalhos lançados oficialmente pelos selos da empresa.

O material, que terá caráter promocional e que carregará o título de “Renegades from Hell and Earth”, servirá para abastecer o mercado europeu, sendo distribuído para veículos de imprensa, promoters e fãs do Metal brasileiro no velho mundo.

Para a concepção e produção da arte gráfica do referido trabalho, foi escalado o designer brasileiro João Duarte, que já trabalhou com alguns dos melhores artistas do Metal mundial.

Cast 2015/16:

7th Symphony – AirTrain – Alefla – Almah – Amenize – Aneurose – Angra – Aphroditte – Apoteom – Arcana Mea – Asthon Bridge – Behavior – Bloodwork – Bright Storm – Bruno Ladislau – Conclave – Cromathia – Dancing Flame – Daniel Piquê – DarkSmile – Death Rider – Degola – Desbrava – Drace XII – Dreim Deimor – Edu Falaschi – Empty Grace – Empürios – Ergus – Fatal Scream – Felipe Andreoli – Frade Negro – Frost Valley – Gueppardo - Harboth - Hazy – Headhunter DC – Heaviest – Hollow – Iluminato – In Torment – Inner Immensity – Kiko Loureiro – Lethal Rising – Lusferus – Machinaria – Mad Roulette – Malefactor – Maya – Melyra – Mindcrafter – Misconducters – Morpheus’ Dreams – Motosserra Truck Clube – Mr.Ego – No Way – Nympho - Ódio ao Extremo – Opus V – Outmask – Pagan Throne – Phantom – Plague of the Apocalypse – Power Cross – Pray for Mercy – Rafael Bittencourt – Redquarter – Rotten Filthy – Scrok – Sepultura – Serenity In Fire – Silver Mammoth – Soturnus – Sunroad – Supersonic Brewer – Sympherium - Tchandala – Tequila Honey – The Brainwash Machine – Torqverem – Tourette – Tropa de Shock – Vakan – Vociferatus – Warcursed – Warfield – Waterghost – Wild Child

Para mais informações sobre as atividades dos clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail
contato@msmetalagencybrasil.com.




SCROK: confira entrevista para o portal Reidjou

A banda maranhense SCROK, concedeu uma elucidativa entrevista para o portal Reidjou, onde descreveu em detalhes os principais fatos da sua carreira, tendo como foco o seu debut álbum “Welcome to Terror”.

Para conferir a entrevista na íntegra, basta acessar o link ao lado: Reidjou

Em paralelo, o SCROK já está em estúdio registrando o seu novo EP, que será lançado em 2015 através da Eternal Hatred Records no Brasil.

Para mais informações sobre as atividades da banda SCROK e dos demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail 
contato@msmetalagencybrasil.com.

Links Relacionados:
http://msmetalagencybrasil.com/ptbr/artista-scrok 
http://www.reidjou.com/entrevistas/scrok-entrevistamos-o-baixista-e-vocalista-valter-indio-reis



SOTURNUS: matéria de capa da nova edição da revista Rock Meeting

A banda paraibana SOTURNUS, concedeu uma elucidativa entrevista para a revista Rock Meeting, onde descreveu em detalhes os principais fatos da sua carreira, tendo como foco o seu novo álbum “And Everything That Hurts”.

Em paralelo, o grupo está comemorando a enorme receptividade que o álbum “Of Everything That Hurts” vem obtendo no Brasil. Neste sentido, a Eternal Hatred Records confirmou o lançamento de um EP, tanto no formato físico quanto digital, programado para o segundo semestre de 2015, sendo esta mais uma ação em suporte à carreira do SOTURNUS.

Para mais informações sobre as atividades da banda SOTURNUS e demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail 
contato@msmetalagencybrasil.com.

Links Relacionados:
http://msmetalagencybrasil.com/ptbr/artista-soturnus



AIRTRAIN: sucesso absoluto em sua passagem pela Argentina

A banda AIRTRAIN foi uma das principais atrações do Cataratas Moto Fest, o principal evento de motos da Argentina. O evento ocorreu nos dias 07, 08, 09 e 10 de maio, sendo ele organizado pelo moto clube Aguilas de la Frontera.

O evento foi realizado na cidade de Puerto Iguazú, província de Misiones, rodeada de Cassinos e uma vida noturna agitada. O Cataratas Moto Fest atrai diversos motociclistas da Argentina e de países vizinhos, tais como o Brasil e Uruguai, além da população local que aguardou ansiosamente pelas atrações que o evento proporcionava.

A AIRTRAIN entrou no palco por volta das 22h00, do dia 08 de maio, com os primeiros acordes de “Shark Attack”, uma das faixas que compõem o debut álbum da banda. As demais canções do set list foram compostas por faixas do referido trabalho, intercaladas com alguns covers clássicos como “Doctor Doctor” do UFO e “Wings Of Tomorrow” do Europe. Neste dia, os presentes tiveram a oportunidade de conferir o novo show do grupo de perto e ainda adquirir cópias físicas do debut álbum, lançado pela MS Metal Records.

Para mais informações sobre as atividades da banda AIRTRAIN e demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail 
contato@msmetalagencybrasil.com.

Links Relacionados:
http://msmetalagencybrasil.com/ptbr/artista-airtrain



DEATH RIDER: confira teaser de lançamento do seu primeiro single

A banda DEATH RIDER disponibilizou recentemente o teaser de lançamento do seu primeiro single, intitulado “Face The Black Dharma”.

O referido material de estúdio da DEATH RIDER será lançado no segundo semestre de 2015 no Brasil, nos seus formatos físico e digital, através da MS Metal Records.

O referido trabalho será distribuído pela Voice Music, para lojas especializadas e mega stores do país, além de contar com a CD Baby para sua distribuição em âmbito digital.

Para mais informações sobre as atividades da banda DEATH RIDER e dos demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail 
contato@msmetalagencybrasil.com.

Links Relacionados:
http://msmetalagencybrasil.com/ptbr/artista-death-rider 
http://www.youtube.com/watch?v=JtgAa0ZLeb8



HOLLOW: disponibilizada matéria na revista Comando Rock

A banda sulista HOLLOW, através do seu debut álbum “Spirit Soldier”, foi um dos destaques da última edição da revista brasileira Comando Rock. O referido trabalho foi evidenciado como uma das grandes surpresas deste ano, preparando assim o terreno para a sua reedição.

Em paralelo, o grupo está comemorando a enorme receptividade que o álbum “Sipirit Soldier” vem obtendo no Brasil. Neste sentido, a Eternal Hatred Records confirmou o relançamento deste material com faixas bônus, tanto no formato físico quanto digital, programado para o segundo semestre de 2015, sendo esta mais uma ação em suporte à carreira do HOLLOW.

Para mais informações sobre as atividades da banda HOLLOW e demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail 
contato@msmetalagencybrasil.com.

Links Relacionados:
http://msmetalagencybrasil.com/ptbr/artista-hollow



BRUNO LADISLAU: confira entrevista para a rádio Metal Militia

O baixista BRUNO LADISLAU, que toca ao lado de Andre Matos, cedeu entrevista para Ed Rodrigues,da Metal Militia Web Radio, onde contou detalhes sobre a turnê de comemoração de 30 anos de carreira de André Matos.

O músico também falou sobre a desvalorização do Metal nacional, sobre sua carreira como professor e produtor musical e também comentou sobre a evolução do instrumento dentro do cenário musical.

A entrevista está disponibilizada na íntegra no Soundcloud da Rádio.

Para mais informações sobre as atividades da banda BRUNO LADISLAU e demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail 
contato@msmetalagencybrasil.com.

Links Relacionados:
http://msmetalagencybrasil.com/ptbr/artista-bruno-ladislau 
http://soundcloud.com/entrevistas-metal-militia



PAGAN THRONE: preparando o videoclipe para Rites of War

A banda carioca PAGAN THRONE está em processo de produção do seu primeiro videoclipe da carreira, para a música “Rites of War, extraída do seu vindouro novo álbum “Swords of Blood”.

“Swords of Blood” será lançado no segundo semestre de 2015, através da Eternal Hatred Records, com distribuição da Voice Music no Brasil.

Para mais informações sobre as atividades da banda PAGAN THRONE e dos demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail 
contato@msmetalagencybrasil.com.

Links Relacionados:
http://msmetalagencybrasil.com/ptbr/artista-pagan-throne  
http://www.youtube.com/watch?v=eb__WHl_31g


EYES OF GAIA: Show com King Of Bones em Itapetininga/SP
O Eyes Of Gaia, uma das revelações da nova geração do metal nacional, faz show com outro grande nome da atualidade, o King Of Bones, no Illuminati Fest, em Itapetininga/SP, no dia 06 de Junho.

O show acontece no Espaço do Som Rock Bar, que fica na Av. Cinco de Novembro, 3000, Itapetininga/SP. Para outras informações, acesse: www.espacodosomrockbar.blogspot.com

Divulgando o elogiado “Power Of Existence” – excelente álbum de estreia do quinteto – o Eyes Of Gaia promete um show voltado para as músicas deste álbum, que mescla o metal tradicional, com peso e uma sutil modernidade, o que tem gerado tanto estardalhaço por todos os que são apresentados ao trabalho.


Siga a página do evento no Facebook:

“The Power Of Existence” foi gravado nos estúdios Instituto Musical Falaschi e Sonata 84 (de propriedade dos irmãos, Andria e Ivan Busic, do Dr. Sin), em São Paulo.

O Eyes Of Gaia é formado por Mário Kohn (vocais), Bruno Tourino (guitarra), Paulo Virtuoso (guitarra), Rodolfo Liberato (baixo) e Betto Cardoso (bateria)

Acompanhe o Eyes Of Gaia em seus canais oficiais:


JEFF SCOTT SOTO canta Whitesnake/David Coverdale
Ontem à noite, o cantor Jeff Scott Soto se apresentou no Lucky Strike, onde cantou a música Here I Go, do Whitesnake/Coverdale. Na ocasião o músico se apresentou junto com Joel Hoekstra, Howie Simon, David Z Rock, Steve Ferlazzo e Matt Starr. A performance foi filmada, confira no link abaixo:


A banda destilou também outras faixas, como do Deep Purple e do Talisman, ex-banda de Soto.


Recentemente Jeff Scott Soto lançou um videoclipe de seu novo álbum “Insight The Vertigo”:


Mais informações:


NECK OF THE WOODS disponibiliza EP em streaming e anuncia data de lançamento
O EP auto intitulado do Neck of the Woods foi disponibilizado para audição em streaming e pode ser conferido no seguinte link:


A banda anunciou também que o lançamento oficial do EP ocorrerá no dia 30 de maio em Vancouver, no Astoria Pub. Na ocasião a banda lançará o trabalho em CD e Vinil e também se apresentarão os grupos: Witch Of The Waste, Astrakhan, Quartered e Of Modern Architecture. Confira abaixo detalhes:


Mais informações:


THE WAY OF PURITY: lançando novo álbum hoje!
O novo álbum do The Way Of Purity foi lançado hoje. Intitulado "The Majesty Of Your Becoming" o disco saiu via Plastic Head Media. Você pode ouvir o álbum na íntegra no seguinte link:


O disco também está disponível nos formatos digital:


Mais informações:
Website: http://www.wormholedeath.com/
Facebook: http://www.facebook.com/wormholedeath
E-Mail: worm@wormholedeath.com 


CRYPTOPSY lança teaser do seu próximo EP
A banda Cryptopsy está divulgando através de um teaser, o seu vindouro EP “The Book of Suffering: Tome 1”. O teaser pode ser visto no seguinte link:


O novo disco ainda não tem data de lançamento definida porque a banda está realizando uma campanha de financiamento coletivo para prensar o trabalho. Confira essas informações nos seguintes links:

Crowdfund Link: http://igg.me/at/cryptopsy   
Crowdfund Pitch Video: https://www.youtube.com/watch?v=WuqOOK1UeX0   
Crowdfund / US Tour Promo Video: https://www.youtube.com/watch?v=4QsHUaq8MJQ

Mais informações:
Website: www.Cryptopsy.ca   
Bandcamp: www.cryptopsyofficial.bandcamp.com

Obs.: As notas publicadas nesta seção são de responsabilidade das assessorias das bandas/artistas.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Entrevista: D.A.M



Como lançar quatro trabalhos (todos de qualidade) em apenas 2 anos? Se o leitor tiver uma banda, vale à pena ler esta entrevista, já que os mineiros do D.A.M. conseguiram essa proeza e não param de trabalhar. Divulgando atualmente o álbum “The Awakening” (2014), segundo full-lenght, Guilherme de Alvarenga (vocal/teclado), Edu Megale (guitarra), Guilherme Costa (guitarra), Caio Campos (baixo) e Vinicius Diniz (bateria), conversaram com Arte Metal e, em detalhes, falaram de quase tudo que envolve a banda.

O segundo álbum da banda “The Awakening” foi lançado há quase 6 meses. Como vocês o vêem hoje e qual a repercussão deste trabalho até então?
Guilherme de Alvarenga: Ele é um álbum muito técnico, o vejo hoje como um trabalho de transição, sobretudo pelo contexto da estória por trás da trilogia em que ele está inserido. Em termos de repercussão ele é um álbum que atingiu o mundo inteiro, aparecemos em grandes revistas do meio e nos projetou como músicos amadurecidos, para mim um álbum de sucesso!

Você acredita que o D.A.M. vive seu ápice no atual momento?
Edu Megale: Não, acho que vem muito pela frente, principalmente no próximo EP. Além disso, temos nos dedicado bastante para executar com perfeição as músicas escritas pelo Alvarenga. Posso dizer que o nosso objetivo além de fazer shows com ótima execução técnica, é fazer que esse momento seja uma lembrança memorável para os nossos fãs. A partir do momento que isto acontecer, posso afirmar que estaremos no nosso ápice.

A banda foi fundada em 2013 e de lá pra cá já lançou cinco trabalhos no total, se contarmos os dois EP´s e o single. De onde vem essa sede toda?
Guilherme de Alvarenga: Realizei um extenso trabalho de pesquisa durante meu curso na faculdade de música, boa parte das canções foi composta nessa época então é natural meu desejo de mostrar essa pesquisa ao mundo, pois já se passaram 6 anos desde que essas pesquisas se iniciaram. Além disso, são composições feitas de uma maneira pouco usual hoje em dia onde tomo conta de todo o processo criativo e embora eu me sinta confortável compondo todos os instrumentos isso no contexto de uma banda não é tão legal! Logo optei por lançar a trilogia de maneira mais rápida para que possa abrir espaço para meus companheiros de banda opinarem e contribuírem com canções, solos e modificando arranjos para ficarem mais com a “cara” deles. Tenho mais material composto além da trilogia que é parte dessa minha pesquisa e na época certa conversaremos internamente para ver qual será a melhor opção de maneira que os objetivos de todos sejam atendidos da melhor forma possível! Sobre esse single não é algo oficial, sempre lançamos algumas músicas para a galera ter um gostinho do álbum antes e por alguma razão o site Metal Archives e outros classificaram a música “The Awakening” como um single, mas isso não é algo oficial da nossa parte muito menos intencional!

Aliás, nota-se uma evolução rápida na banda e gradativa, concordam?
Guilherme Costa: Sim, pois todos na banda procuram sempre aprimorar seus conhecimentos e habilidades no instrumento e isso de fato contribui para uma melhor qualidade sonora ao D.A.M.
Edu Megale: Sim, acho que é a dedicação de todos da banda, o clima interno é muito favorável para isto, somos grandes amigos e é um ajudando o outro sempre, para que possamos crescer juntos. Estamos no mesmo barco.
Vinícius Diniz: Esta formação atual é a que mais tem se entrosado em todos os sentidos, logo isso acrescenta de uma forma muito positiva para a evolução da banda como um todo.

Desde o início o D.A.M. opta por investir no Melodic Death Metal, mas na linha que flerta com o Power Metal, e não nessas atuais mais modernas. Isso é algo que surgiu naturalmente ou a banda tinha esse foco desde sempre?
Guilherme de Alvarenga: Não o D.A.M não possui esse foco, a proposta inicial do D.A.M era apenas mostrar as pesquisas que realizei na faculdade e devido ao apoio de todos me senti inspirado a transformar esse projeto/pesquisa em uma banda e realizar shows, etc. Ao compor não me preocupo como irá “soar” e o “The Awakening” prova bem isso pois cada música possui uma tendência para alguma vertente do Metal. Acho natural transparecer nossas maiores influências ao compor e sempre gostei muito de Power Metal, acho que é por isso que essa impressão é passada, mas em resumo não existe planejamento para definir a estética em que as músicas soarão!



Aliás, o estilo parece não estar tão em alta atualmente, mas mesmo assim o D.A.M. tem se destacado no underground.
Vinícius Diniz: Acreditamos que esse destaque venha justamente da nossa forma diferenciada de trabalhar tanto no aspecto de composição, quanto em todo o resto em relação a uma banda tradicionalmente “underground”. Porém acima de tudo, este destaque se dá graças ao público. Muitas pessoas nos tratam com muito carinho, e sempre recebemos mensagens e e-mails de pessoas de todo o Brasil e do mundo inteiro. Muitos dizem que se identificam com nossas letras, outras com o estilo de composição, dentre outros. E a grande maioria desses ouvintes se tornam nossos amigos, são pessoas que ouvem nosso som, mas conversam conosco no dia a dia, pessoas que nos contam da vida delas e nós contamos da nossa. Acredito que o destaque venha justo desse laço que temos com o nosso público, no fim das contas tudo é amizade, um carinho e uma consideração mútua e vira uma grande festa.

“The Awakening” também marca a estreia da banda em videoclipe com a música Reborn From The Shadows. Por que optaram por esta composição e como foi todo o processo de produção do vídeo?
Vinícius Diniz: O processo de produção deste videoclipe veio de uma parceria com a empresa Pó de Flutuar, foi um processo bem rápido, fizemos todas as filmagens em um dia em Belo Horizonte mesmo. A equipe que cuidou das filmagens foi extremamente competente e profissional e nos ajudou muito para que chegássemos naquele resultado. Sem as meninas do Pó de Flutuar jamais teríamos conseguido um clipe tão bacana!
Caio Campos: Tínhamos algumas opções quando começamos a trabalhar na idéia do clipe e conversamos com as meninas a respeito da imagem que queríamos passar no clipe, queríamos algo sombrio e a Reborn era a que melhor refletia isso.

Vejo que o D.A.M. utiliza bastante as redes sociais e a internet para divulgar o trabalho da banda. Como vocês vêem os prós e contras da mídia digital hoje para o mercado da música?
Edu Megale: Primordial, pois é a maneira mais eficiente de entrar na casa e na vida das pessoas e interagir com elas. Entretanto, sempre que podemos vamos às portas de shows ou eventos para entregar material gráfico da banda, conhecer pessoalmente os fãs que estão dando força e apoio, isso vale mais, pois aprendemos com eles, ouvindo o feedback,  ganhamos novos amigos. Eu ainda sou da época que os amigos se encontravam depois da aula para conversar sobre as bandas, ouvindo Metal. Então esse contato não pode faltar. 
Guilherme Costa: Um dos prós que vejo, é que hoje em dia com a internet e as redes sociais as pessoas têm acesso à informação de forma facilitada, se você for divulgar um show ou outro tipo de evento você consegue fazer essa divulgação de forma simples e rápida. Se a sua banda lançou um CD novo você pode fazer um anúncio em um site de mídia especializada que possui acesso de todo o país e você tem a possibilidade de divulgar em sites do exterior também, sendo assim o seu material tem melhores chances de ter um bom reconhecimento. Um dos contras é que com este fácil acesso que a internet proporcionou, as pessoas têm também um fácil acesso aos materiais que as bandas já lançaram e irão lançar, portanto muitas pessoas não se preocupam em comprar o material das bandas sabendo que elas podem fazer download sem pagar nada.

E quais os planos para 2015? Vocês podem nos adiantar algo sobre lançamentos, se estão compondo enfim...
Guilherme de Alvarenga: Iremos lançar o Ep “Premonitions...”, prelúdio do último capítulo da trilogia! Ele é um álbum extremamente progressivo e está nos dando bastante trabalho para ser gravado, pois possui muitos efeitos e novidades em termos de gravação para nós! Além disso, fizemos alguns shows e planejamos tocar mais! Tínhamos em mente lançar bastante material esse ano, mas com o aumento do dólar o custo de produção dos álbuns do DAM aumentou, pois nosso material é mixado lá fora! Recebemos alguns convites para fazer turnê em outros países, mas estamos analisando tudo com muita calma e queremos preparar um show maior para ir lá para fora também!

Muito obrigado pela entrevista, este espaço é de vocês.
DAM: Gostaríamos de agradecer a você Vitor e a equipe do Arte Metal pelo espaço e consideração desde o EP “Possessed”, foi do caralho a entrevista! Gostaríamos de convidar os leitores do site a conferir o nosso videoclipe e a nossa página no Facebook! Aos nossos fãs que tanto nos apoiam fica aqui o nosso muito obrigado!


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